O aumento no custo de licenciamento do VMware acelerou a busca por alternativas; entenda como a FT Consult, parceira Red Hat, pode conduzir essa migração
Nos últimos dois anos, o modelo de licenciamento de virtualização do VMware mudou de forma profunda. Empresas de médio e grande porte que renovam contrato têm encontrado valores bem acima do histórico, o que tem acelerado a busca por alternativas de infraestrutura. Times de TI que antes só precisavam renovar uma licença agora precisam justificar um orçamento diferente do planejado, muitas vezes sem ter escolhido essa mudança.
A FT Consult, parceira certificada Red Hat, tem acompanhado de perto esse movimento e ajudado empresas a planejar a migração para o Red Hat OpenShift com segurança.
Por que o custo do VMware mudou
Depois de uma mudança de controle acionário, em novembro de 2023, o VMware deixou de vender licenciamento perpétuo e passou a operar só por assinatura obrigatória.
O catálogo, que tinha mais de 8.000 itens individuais, foi consolidado em poucos pacotes fechados, o que obriga empresas a contratar suítes completas mesmo quando usam só uma parte das funcionalidades.
Essa mudança pega muitas empresas no momento errado: quando o orçamento de TI do ano já foi aprovado, com base no valor histórico do contrato. Na prática, isso transforma uma simples renovação em uma decisão orçamentária maior, que precisa passar pela diretoria e, muitas vezes, disputar espaço com outras prioridades de investimento da empresa.
Para o CTO, CIO ou gerente de TI responsável pela decisão, o desafio deixou de ser só técnico. Justificar internamente por que o mesmo ambiente, sem mudança de escopo, passou a custar mais caro exige dados concretos, não apenas a percepção de que o contrato ficou mais caro.
O Red Hat OpenShift como caminho de saída
O Red Hat OpenShift Virtualization usa como base o KVM (Kernel-based Virtual Machine), tecnologia de código aberto integrada ao Kubernetes. Isso permite rodar máquinas virtuais tradicionais dentro da mesma estrutura usada por aplicações em container, unificando a operação em uma única plataforma.
Para reduzir o risco técnico da transição, a plataforma conta com o Migration Toolkit for Virtualization, ferramenta que atua em duas frentes:
- Migração a quente: copia os dados das máquinas virtuais com os sistemas ainda em operação, restringindo o tempo de indisponibilidade apenas à etapa final de corte
- Validação prévia automatizada: identifica incompatibilidades de disco, rede ou sistema operacional antes mesmo de a migração começar
O movimento já é forte no Brasil. Em outubro de 2025, um vice-presidente de Serviços da Red Hat para a América Latina declarou publicamente que a demanda por projetos de migração de VMware para OpenShift cresceu 300% no país, na comparação com o ano anterior. Um estudo de consultoria especializada, publicado em novembro do mesmo ano, apurou retorno sobre o investimento de 703% em três anos para empresas que contam com serviço especializado nessa jornada, com redução de 50% no volume de máquinas virtuais em operação através de uso mais eficiente da infraestrutura.
Como a equipe FT Consult conduz essa migração
O time FT Consult estrutura o projeto em quatro etapas, pensadas para reduzir risco e manter a operação rodando do início ao fim:
- Diagnóstico do ambiente: mapeamento de cada máquina virtual, suas dependências e as cargas mais críticas;
- Desenho do plano: definição da ordem de migração, prazo e custo, antes de qualquer contrato;
- Migração por ondas: grupos de cargas migram em janelas combinadas, sem interromper a operação;
- Operação assistida: acompanhamento do time do cliente depois que o ambiente entra em operação, com suporte disponível quando precisar.
Esse processo é conduzido por um time certificado Red Hat, com experiência em ambientes corporativos de alta disponibilidade. Um dos projetos da equipe, apresentado no Ansible Automates São Paulo, considerado o maior evento de automação do Brasil, envolveu a administração completa de um ambiente OpenShift corporativo: controle de acessos, deploys, backup, disaster recovery e gerenciamento de nodes.
Ao final do diagnóstico, a empresa recebe um comparativo objetivo entre o custo de manter o ambiente atual e o custo projetado no Red Hat OpenShift, incluindo o cronograma estimado para cada onda de migração. Esse material costuma virar a base da conversa com a diretoria sobre a renovação do contrato.
A FT Consult trabalha há 13 anos em infraestrutura corporativa, e essa experiência é o que permite adaptar o processo ao tamanho e à complexidade de cada ambiente, em vez de aplicar um modelo genérico de migração a empresas com realidades muito diferentes.
O momento de negociar é antes da próxima renovação
Empresas que esperam a renovação do contrato para tomar essa decisão perdem a chance de negociar a transição com calma. Levar um comparativo de custo pronto para a próxima conversa com a diretoria muda a natureza dessa decisão, que passa a ser estratégica.
Adiar essa avaliação não elimina o problema, apenas reduz o tempo disponível para resolvê-lo bem. Um diagnóstico feito com antecedência dá à empresa a opção de negociar, planejar ou migrar no seu próprio ritmo, em vez de decidir sob pressão de prazo e orçamento.
A equipe FT Consult pode fazer um diagnóstico do seu ambiente, para mostrar o que a migração significaria em custo, prazo e risco para a empresa.




